
É tempo de quebrar o espelho, se ajeitar junto ao desespero
Invadir o conselho , cair na vida sem ralar o joelho.
Sim, é tempo de dizer não, andar descalço sem deixar
o pé pisar no chão, entrar na vida pela contra –mão.
Nunca é muito tempo pra vida que é agora,
Invadir o conselho , cair na vida sem ralar o joelho.
Sim, é tempo de dizer não, andar descalço sem deixar
o pé pisar no chão, entrar na vida pela contra –mão.
Nunca é muito tempo pra vida que é agora,
ontem foi contado de hora em hora, entrar na vida sem deixar que a vida vá embora.
É tempo de sacudir a idéia, transbordar a prosa, se furar no espinho da rosa.
Caminhar em si sem tempo pra voltar, olhar o horizonte e enxergar o mar, fazer da vida o verbo amar.
É tempo de sacudir a idéia, transbordar a prosa, se furar no espinho da rosa.
Caminhar em si sem tempo pra voltar, olhar o horizonte e enxergar o mar, fazer da vida o verbo amar.
É tempo de dizer adeus sem ansiedade, ja que nada mais resta a não ser saudade.
Um comentário:
Não passo por aqui para comentar.
Apenas leio e me delicio.
Parabéns.
Beijos.
Waldir
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